terça-feira, 14 de abril de 2009

para grandes males...



isto é temporário. por quanto tempo, logo se vê.

tem-me sido estranho ficar sem escrever e não quero escrever lá, por isso criei um espaço novo. para grandes males, grandes remédios...

as regras são as mesmas: nenhumas, excepto requisitos de gentileza e frontalidade. é mesmo a mesma coisa, apenas eu estou mais volátil, talvez surjam coisas que não tinha mostrado antes.

para quem tinha saudades e não calhou falar comigo ultimamente (ou falou e eu despachei para não andar sempre a contar a mesma história imbecil, vezes sem conta), ando bem humorado, vem aí dias bons, apesar de ameaças que me fazem de trovoada (mas como diz uma amiga, é mentirologia).

o mundo tem lógica, por mais parvoíce que lhe espalhem por cima, e porque o meu mundo depende de acreditar que se chega a fins felizes, deixo vídeo do mais belo fim de filme que vi (talvez não seja "o mais" e esteja a exagerar, volatilidades).

aliás, nem é bem o fim, é quase o fim, porque o fim não arranjei e esta parte explica tudo que há para perceber. o filme é genial (daqueles casos raros em que um filme não fica a perder para um livro, e dos mais raros ainda em que fica a ganhar-lhe), trata de uma relação que se desenvolve em adversidades, de prisões e libertações pessoais, gente que sonha e vive, porque não há outra maneira.

algures, tudo encaixa, fica bem e a mesquindad desaparece das nossas vidas...

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