
vem este na sequência do post acerca de relações (set them free), é uma das minhas sinfonias tolas preferidas (breve posto outra).
uma coisa boa acerca da disney (principalmente dos clássicos) é a simplicidade quase simplista de perspectiva. para mim é uma coisa boa, porque se trata da identidade do trabalho deles. já o que fazem hoje é muito mais orientado para a competição com outras perspectivas, essas sim, originais e actuais (a disney cresceu mal, escrevo).
pois aqui temos jazz (música livre, alegre, improviso) em confronto com música clássica (ordem, harmonia, natureza). bem escolhido serem os catraios a criar pontes, porque tantas vezes são os adultos, na sua insegurança, a criar mares de discórdia.
história com moral, não são as diferenças que separam, antes são motivos para aproximação e crescimento, afinal todos gostavam de música....
p.s.- stephane grappelli resolveu o namoro do violino com o jazz de maneira menos infantil, mas igualmente deliciosa.

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