
errei num comentário, há uns posts atrás. concordei com um comentário acerca do final de um filme (zed's dead, baby, zed's dead) e continuo a concordar. mas acrescentei, errado, que devia ser o final de todos os filmes. é de andar meio azedo...
já postei o final "ideal" do filme ideal que conta a história ideal, a insustentável leveza: boy mets girl; ela vai ter com ele, mala na mão, à porta de casa, ficam juntos; depois ela sai de praga, e ele vai atrás; ela volta para praga, ele volta; por não aceitarem regras injustas, vão viver para o campo; última noite, dançam entre amigos, amam-se e morrem; juntos.
o filme é mesmo muito mais que isso e cada história é uma história (cada uma tem a(s) sua(s) nicoletta(s), isto é mesmo muito relativo). porque há histórias que acabam bem, na altura certa, com o final no fim. outras, para acabarem bem, implicam recomeços, novas histórias e novos sonhos.
eu, por mim, quando for altura, gostava de terminar leve. entretanto, ando a pensar na chopper, mas não tenho sítio para ela dormir...

ultimamente também ando a pensar mais na maneira como as pessoas morrem. também vi a insustentável leveza do ser em 87 (quando saiu no cinema em portugal), e depois mais umas quantas vezes ao longo das décadas.
ResponderEliminarlol, foi em 88... estava eu grávida da minha filha... 88.
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