sábado, 1 de agosto de 2009

200



pitágoras foi pai do teorema e da matemática (há abuso simplista, nesta), entendia o mundo numa perspectiva numérica. eu gosto de números, acho-os úteis, com vida própria, quase, numa espécie de realidade em paralelo.

números aplicam-se a tudo, de um modo ou outro: contas para pagar, horários para cumprir (iap, números também coordenam o tempo), coordenadas geográficas e áreas (e o espaço), histórias (era uma vez três porquitos...), culinária (...cem gramas de açucar mascavado...), moradas (nº 78, 3º), amores (quem os conta?), características pessoais (peso, altura, calçado nº...), potência e velocidade (os cavalos que vivem nos motores e ficavam mais baratos se fossem burros alimentados a pão de ló), resultados desportivos (aqui o exemplo final são os torneis de sumo (basho), fascina-me a simplicidade da pontuação, quase tanto como a simplicidade das disputas), cores (ral) e mil outras coisas.

e os binários, o que é possível fazer em informática c
om 1s e 0s? e aplicados a tudo o resto: sim/não; triste/contente; cheio/vazio; tudo/nada; limpo/sujo; luz/sombra; branco/negro; com/sem; acompanhado/sozinho.

p.s.- este é o post 200, contabilizando também as romãs. o problema é quando for o 300, porque já dei título a um post "300", acerca de um filme. quando chegar aos 300, aqui ou nas romãs, tenho de titular por extenso, "trezentos". as letras também tem vida própria, numa realidade mais próxima da real.

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