
há coisas (situações, pessoas, princípios, propostas, sentimentos) que, pela intensidade, só se satisfazem por inteiro. exemplos:
ser "um pouco" mentiroso...
uma proposta de trabalho sem responsabilidade criativa (ou, para quem prefira a perspectiva, sem ordenado ou honorários)....
amar alguém que não está inteiro para se dar (ou livre, de alma)...
ser pai sem puder estar com o filho....
ir retribuir uma gentileza se não se apreciou o que se retribui...
nestas coisas (como noutras), nada menos que tudo, é mesmo nada (ou outra coisa qualquer).
p. s.- não é uma questão de perfeição, é de sanidade mental.
p. p. s.- a ilustração é meio dramática, ficou porque gostei do modo como ilustra o tudo. e porque desenhos com fundo negro resultam graficamente neste blogue.

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