há uns anos valentes, aconteceu uma coisa (que se repetiu, aliás. erros repetidos são sete vezes mais amargos) que me deixou uma impressão para a vida. impressão duradoura, não intensa, no entanto, pelo que pude diluir o sete da repetição do erro.
hoje, por associação de ideias, recordei-a, e encontrei uma maneira de a expressar que me agradou. e porque hoje foi dia de generosidades, em todos os sentidos e direcções, vou deixar-lhes uma lição para a vida (lição seguramente duradoura, na aplicabilidade, e eventualmente intensa, porque há olhares que penetram mais do que outros):
olhos turquesa não mentem, tem a cor e brilho das lâminas dos punhais.

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